Sindirepa se reúne com oficinas credenciadas da Polícia Militar para ouvir demandas e fortalecer o setor
O Sindirepa realizou uma importante reunião com representantes das oficinas responsáveis pela manutenção e reparação da frota da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O encontro teve como principal objetivo ouvir as demandas do segmento, identificar oportunidades de melhoria e construir, de forma conjunta, propostas que contribuam para o fortalecimento das empresas e para a melhoria dos serviços prestados.
Durante a reunião, os empresários apresentaram diversas reivindicações, entre elas a necessidade de atualização da tabela de preços dos óleos lubrificantes, que há muito tempo não acompanha a realidade do mercado. Também foram debatidos outros temas relevantes relacionados aos custos operacionais, aos processos de contratação, à valorização das oficinas e às condições necessárias para garantir maior eficiência e qualidade na prestação dos serviços.
O presidente do Sindirepa, Celso Mattos, destacou que todas as demandas apresentadas serão organizadas e encaminhadas ao Comando da Polícia Militar, com o objetivo de promover um diálogo institucional construtivo e buscar soluções que beneficiem tanto as oficinas quanto a administração pública.
Outro ponto de destaque da reunião foi a importância da união do setor. Os participantes discutiram a necessidade de ampliar a representatividade das oficinas por meio da associação ao Sindirepa, fortalecendo a atuação institucional e a capacidade de defesa dos interesses comuns.
As oficinas presentes manifestaram apoio à iniciativa e se comprometeram a incentivar outras empresas a se associarem ao Sindirepa, entendendo que um setor mais unido e organizado possui maior força para conquistar avanços, promover melhorias nas relações institucionais e desenvolver ações que beneficiem todas as empresas.
Para o Sindirepa, a união das oficinas é um passo fundamental para a construção de um ambiente de negócios mais forte, sustentável e competitivo, permitindo que as demandas do segmento sejam tratadas de forma coletiva e com maior efetividade junto aos órgãos públicos.